quarta-feira, 9 de abril de 2008

A arte de compartilhar.


No dicionário, uma das definições de compartilhar é, "participar de", "tomar parte em".
Queremos participar de algo ou tomar parte em situações em que agregamos ou nos agregam.

Confesso que uma das minhas maiores dificuldades no início de carreira foi compartilhar informações e conhecimento.
Pensava, equivocadamente, que se somente eu possuísse a informação, teria uma posição privilegiada e usaria aquilo no momento certo para conseguir uma vantagem ou promoção. Em tese isso só funciona no mercado financeiro.

Abri meus olhos a tempo, graças à Deus.

Sempre desejamos "ter" e esquecemos de "ser". Ser alguém melhor para determinada atividade e principalmente pessoas, pois são pessoas que estão ao nosso redor. Aprendi que devemos usar nossos dons e talentos para nosso benefício e de outras pessoas, sejam próximas ou não.

Acredito que em nossa trajetória devemos de alguma forma ter um impacto na vida das pessoas para que sejam melhores que quando chegaram ou conhecemo-nas.

Livros, amigos, líderes, pares, meu Deus, me ajudaram na arte de compartilhar. Sim considero uma arte.

Muito mais do que alcançar objetivos, devo estar fechado com verdades que considero absolutas e que me levam a uma atmosfera melhor e saudável, seja física, mental ou espiritualmente.

Não estou dizendo que devemos dar de bandeja o conhecimento que muitas vezes sofremos e passamos noites sem dormir para obtermos. Acredito que cada um possui o seu nível de interesse e quando passamos por situações difíceis para aprender algo criamos "Escala de Valor".

Compartilhar conhecimento, experiências e trocar idéias é fundamental para muitas vezes sermos questionados e assim, nos levar a refletir.

Em minha nova trajetória como Consultor de sistemas SAP, tenho sido feliz em encontrar pessoas dispostas a compartilhar suas experiências e um dos bens mais valiosos hoje, o seu TEMPO.

Servir ao próximo, sobretudo, é sentir as suas dores e experiências. Jesus fez isto ao vir ao mundo para nos servir (como um verdadeiro líder deve fazer), sentiu nossas dores e angústias (mesmo sendo Deus) para só então ensinar. Este é um aprendizado positiva, independente de sua preferência religiosa.

Escrevo este post inspirado por uma leitura do blog do Rodrigo Campos, presidente da Allegro Businness Group, referente ao artigo "A razão para algo que existe".
http://allegrobgblog.wordpress.com/

Compartilhe, sirva, exista!!!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Maturidade de um sistema ERP

Alguns desafios sobre implementação de um ERP e quando este atinge sua maturidade dentro da organização.


Sabemos da importância dos sistemas integrados hoje para as organizações e como é vital para aumentar a produtividade e competitividade dos negócios.


Quanto tempo demora para um sistema estar redondinho, voando em céu de brigadeiro?


Assista ao vídeo e comente. Abs.




sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Apple - Inovação e Design


É incrível a capacidade de inovação da Apple. Sempre surpreendendo com seus lançamentos, mais recentemente o Macbook Air, o laptop mais fino do mundo.

A Apple é diferente, pois não segue padrões tradicionais de mercado e tem a sua arquitetura fechada. Mesmo assim tem amantes inveterados pela sua tecnologia que não abrem mão da "Grande Maçã" em detrimento a outras.

Poucas empresas conseguem o que a empresa de Steve Jobs faz com muita competência, INOVAR.

Ela consegue criar o seu próprio eco-sistema tecnológico abrangendo todo tipo de tecnologia, criando seu hardware, sistema operacional, aplicativos e serviços associados a ele. Tudo o que grandes players fazem, como Dell, Sony e Microsoft cada um no seu mercado a Apple abraça tudo, com alta prioridade para o design, principal característica de seus produtos.

Todo o mérito deste sucesso é exclusivamente de Steve Jobs, um dos maiores inovadores tecnológico do mundo e o rapaz nem formado é, pode acreditar, ao contrário de outros que se formaram em Harvard ou Stanford, mas ele é um líder nato, que quando a Apple estava indo pro buraco retomou a presidência da companhia e deu a volta por cima.

Ahh e além de tudo isso, ele ainda criou a Pixar, empresa que cria filmes através de animação por compuatdor. Quem não já assitiu Procurando Nemo, Os incríveis, Monstros S.A e mais recentemente, Ratatouille.

Onde ele põe a mão é sucesso. Minha fonte de inspiração.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Restrição a Informação

Uma das maneiras de você divulgar suas idéias e opiniões é através de um blog como este.
Pra você ficar antenado aos acontecimentos, temos os sites de notícias independente do seguimento de mercado que atuamos.

Lendo o blog Assunto de CIO da Thais Aline Ceriori me motivou a escrever este post. O tema é muito interessante, sobre a restrição de acesso que os gestores de TI implementam em suas redes corporativas.

Como mencionei no início do post, divulgo meu blog para colegas de profissão, amigos e pra quem mais interessar e o que muitas vezes ouço: "Ahhh não tenho acesso a blogs no trabalho, é tudo bloqueado".

Claro que estas organizações devem ter uma Política de Segurança bem definida que dita a regra de quem acessa o que.

Mas há um paradoxo nesta história, pois escutamos muitas vezes das mesmas empresas que estamos na era da informação e que o profissional que detém a informação tem grandes chances de sucesso.

Tudo muito lindo e maravilhoso neste discurso, mas na minha opinião, empresas que bloqueiam blogs e sites de notícias interessantes (não inclua o BBB por favor!!!) estão justamente limitando o foco dos seus profissionais.

Reproduzo abaixo o que a Thais escreveu em seu blog. Ela foi muito feliz em seu comentário.

Já ouvi diversos CIOs e CSOs dizerem, orgulhosos, que em suas redes ninguém acessa nada que não seja trabalho. Em todas as oportunidades me preocupei e tive de me segurar para não entrar em uma longa discussão: afinal, os CEOs querem profissionais inovadores e inteligentes ou querem repetidores compulsivos de tarefas mecânicas? Quando escuto alguém dizer que sites de notícias ou mesmo blogs são conteúdos bloqueados em suas empresas pelo bem da produtividade, penso em "Tempos Modernos" e no que chamamos de sociedade da informação. Afinal, como podemos buscar profissionais pensantes, questionadores e, principalmente, inovadores quando usamos todas as ferramentas ao nosso alcance para proibir o acesso à informação?

O artigo na integra você encontra no link Assunto de CIO .

Mobilidade Corporativa

Tenho visto nos últimos tempos e lido, sobre uma evolução acentuada de organizações que promovem a mobilidade corporativa.

Em tempos de aplicações Web-based é difícil não trabalhar mais um pouquinho de noite, antes de dormir ou simplesmente enquanto navegamos na web com o laptop no sofá ou na beira da piscina (para os mais privilegiados).

A minha esposa pelo menos, reclama (quase sempre e com razão) quando estou na web e esqueço do tempo.
Sempre gosto de comentar ou escrever algo sobre este assunto: Até que ponto é benéfico estender as atividades do trabalho pela facilidade que as aplicações Web-based proporcionam?
Dependem de cada um equilibrar as coisas (e de quanto o chefe está no pé para entregar as coisas).

Eu como principal mantenedor do ERP onde trabalho e pelo sistema ser Web, fico tentado a acessá-lo quase que todas noites em casa para saber se está tudo em ordem e evitar encontrar surpresas no dia seguinte pela manhã. Qualquer probleminha posso resolver de casa mesmo pela rede Wireless que tenho. Possuo VPN, acesso a outros servidores, etc.

Muitos usuários que ficavam até bem mais tarde aqui na empresa, agora eles vão para casa, tomam banho, jantam com a família e terminam o que precisam entregar no dia seguinte.

Logo de cara vejo 3 benefícios simples:
1) Economia de energia, pois evita-se luzes acesas, computadores e ar-condicionados ligados até bem mais tarde.
2) Segurança. Em tempos de muita violência, o colaborador sai muito tarde da empresa e muitas vezes caminha sozinho até seu carro e pode ser surpreendido.
3) Produtividade. Sim, isso mesmo! A pessoa em casa com a cabeça mais tranquila tende a desenvolver melhor o trabalho e evita-se as interrupções que muitas vezes ocorrem se você ficar no escritório.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Oportunidades da TV Digital

A TV Digital chegou e traz consigo uma enxurrada de oportunidades em todos os campos da economia.

Mas como o foco é TI, vamos lá...

Em nosso mundo tecnológico, quem ganha com esta nova fase da TV brasileira?
Todos. Do analista de helpdesk ao CEO.

Como exemplo cito a área de desenvolvimento. Numa nova etapa, a TV Digital irá proporcionar interatividade o que demandará aplicações e com isso contratação de pessoal especializado.

Andei dando uma pesquisada na internet e em revistas e já existem algumas ferramentas disponíveis, principalmente na plataforma Java para esta finalidade. A API JavaTV é quem faz a coisa acontecer. Muito interessante para quem já trabalha com Java e busca novos nichos.

Fora outros mercados, como os set top box, o conversor para TVs com recepção analógica. Quem sofre de início são os early adopters, ansiosos por tecnologia e pagam caro de início em um produto que a tendência é o preço estar acessível à massa em poucos meses.

Poderia citar vários outros exemplos, como telecomunicações, tráfego de dados, acesso ao Home Banking pela TV (chamado de T-Banking), Jogos on-line, enfim, oportunidades não faltarão.

Cabe a nós profissionais de TI estarmos antenados e tentar prever tendências e explorar os nichos que muitos grandes vão ignorar.

Prepare-se, estude, pesquise, adapte-se, aproveite.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Uma nova bolha?


No final dos anos 90 houve uma enxurrada de investimentos em empresas de tecnologia iniciantes, as chamadas "startups". Empresas com nome engraçado e número de usuários expressivo conseguiam alguns milhões de capital de risco e nem um plano de negócios possuiam. Era a bolha da internet que explodiu e foi um quebradeira geral e bilhões foram para o ralo.

Pois é, parece que está acontecendo novamente. Algumas empresas estão conseguindo grandes quantias de capital de risco, sem nem mesmo antes terem um plano de negócios definido.

O caso mais notório é o Facebook, do jovem Mark Zuckerberg, que em 2004, até então com 19 anos, fundou o site de relacionamentos num quarto em Harvard.

O facebook foi de zero dólar, para 15 bilhões, pois a Microsoft comprou 1,6% de participação por 240 milhões. Isto determinou o valor atual da .com, apesar de sua receita ser um centésimo do valor, 150 milhões.
Esta jogada da Microsoft foi só para deixar o Google longe do negócio.
Há um ano atrás Zuckerberg havia recusado uma proposta de 1 bilhão do Yahoo! e todo mundo disse que ele estava maluco. Acho que não!!!

Outras empresas do Vale do Silício, estão com o mesmo destino, receber milhões em investimentos com base em número de usuários, não em receita.

A compra do Youtube pelo Google por 1,65 bilhões e poderia citar muitos outros exemplos.

Segundo pesquisas, as atividades do investidores de risco está em um nível dos mais altos da década. A Nasdaq cresceu 20% este ano.

A grande quantia de investimentos de risco estão em empresas que só existem na Internet, principalmente as com interação do usuário, a chamada web 2.0.

O que eu acho de tudo isso? Acho fantástico!! O mercado é assim mesmo, altos e baixos, mas só espero que os investidores olhem para outras empresas menos badaladas mas que agregam valor no nosso cotidiano virtual (que impacta no real). Senão, pode haver uma quebradeira de pequenas empresas.

Existe também benefícios nesta "bolha", mais oportunidades, empregos, motivação para novos empreendedores o que faz a economia crescer, na minha opinião.

Gostaria muito de ver a ousadia desses investidores em nossas startups tupiniquins, apesar que nosso nível de pesquisa e desenvolvimento está muito abaixo do Vale do Silício e lá estão os grandes cérebros. Mas sobre este assunto vou comentar em outra postagem.

Vamos aguardar para ver se a bolha é real ou apenas mais um reflexo dos bons ventos da economia mundial. E se ela explodir, que seja de alegria. Amém!!

Abs.