A TV Digital chegou e traz consigo uma enxurrada de oportunidades em todos os campos da economia.
Mas como o foco é TI, vamos lá...
Em nosso mundo tecnológico, quem ganha com esta nova fase da TV brasileira?
Todos. Do analista de helpdesk ao CEO.
Como exemplo cito a área de desenvolvimento. Numa nova etapa, a TV Digital irá proporcionar interatividade o que demandará aplicações e com isso contratação de pessoal especializado.
Andei dando uma pesquisada na internet e em revistas e já existem algumas ferramentas disponíveis, principalmente na plataforma Java para esta finalidade. A API JavaTV é quem faz a coisa acontecer. Muito interessante para quem já trabalha com Java e busca novos nichos.
Fora outros mercados, como os set top box, o conversor para TVs com recepção analógica. Quem sofre de início são os early adopters, ansiosos por tecnologia e pagam caro de início em um produto que a tendência é o preço estar acessível à massa em poucos meses.
Poderia citar vários outros exemplos, como telecomunicações, tráfego de dados, acesso ao Home Banking pela TV (chamado de T-Banking), Jogos on-line, enfim, oportunidades não faltarão.
Cabe a nós profissionais de TI estarmos antenados e tentar prever tendências e explorar os nichos que muitos grandes vão ignorar.
Prepare-se, estude, pesquise, adapte-se, aproveite.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Uma nova bolha?

No final dos anos 90 houve uma enxurrada de investimentos em empresas de tecnologia iniciantes, as chamadas "startups". Empresas com nome engraçado e número de usuários expressivo conseguiam alguns milhões de capital de risco e nem um plano de negócios possuiam. Era a bolha da internet que explodiu e foi um quebradeira geral e bilhões foram para o ralo.
Pois é, parece que está acontecendo novamente. Algumas empresas estão conseguindo grandes quantias de capital de risco, sem nem mesmo antes terem um plano de negócios definido.
O caso mais notório é o Facebook, do jovem Mark Zuckerberg, que em 2004, até então com 19 anos, fundou o site de relacionamentos num quarto em Harvard.
O facebook foi de zero dólar, para 15 bilhões, pois a Microsoft comprou 1,6% de participação por 240 milhões. Isto determinou o valor atual da .com, apesar de sua receita ser um centésimo do valor, 150 milhões.
Esta jogada da Microsoft foi só para deixar o Google longe do negócio.
Há um ano atrás Zuckerberg havia recusado uma proposta de 1 bilhão do Yahoo! e todo mundo disse que ele estava maluco. Acho que não!!!
Outras empresas do Vale do Silício, estão com o mesmo destino, receber milhões em investimentos com base em número de usuários, não em receita.
A compra do Youtube pelo Google por 1,65 bilhões e poderia citar muitos outros exemplos.
Segundo pesquisas, as atividades do investidores de risco está em um nível dos mais altos da década. A Nasdaq cresceu 20% este ano.
A grande quantia de investimentos de risco estão em empresas que só existem na Internet, principalmente as com interação do usuário, a chamada web 2.0.
O que eu acho de tudo isso? Acho fantástico!! O mercado é assim mesmo, altos e baixos, mas só espero que os investidores olhem para outras empresas menos badaladas mas que agregam valor no nosso cotidiano virtual (que impacta no real). Senão, pode haver uma quebradeira de pequenas empresas.
Existe também benefícios nesta "bolha", mais oportunidades, empregos, motivação para novos empreendedores o que faz a economia crescer, na minha opinião.
Gostaria muito de ver a ousadia desses investidores em nossas startups tupiniquins, apesar que nosso nível de pesquisa e desenvolvimento está muito abaixo do Vale do Silício e lá estão os grandes cérebros. Mas sobre este assunto vou comentar em outra postagem.
Vamos aguardar para ver se a bolha é real ou apenas mais um reflexo dos bons ventos da economia mundial. E se ela explodir, que seja de alegria. Amém!!
Abs.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Generalista x Especialista
Quantas vezes ouvimos, de pessoas e empresas, que precisamos ser bons ou "o melhor" no que fazemos?
Pressupõem-se que devemos focar em uma área e nos desenvolvermos nela.
O discurso das empresas é que querem profissionais altamente qualificados. OK.
Pensando com os meus botões: "Para ser altamente qualificado, precisamos estudar (e praticar!) muito antes e durante a nossa carreira."
Mas quando vejo o que as empresas pedem como qualificação no processo de contratação, sendo sincero, fico confuso.
Querem um profissional que conheça de: VB, Java, Cobol, .Net, ASP, C++, C#, UML, RUP, ITIL, COBIT, PMI, 6 Sigma, ISO, SOX, SOA, Basileia, SQL, Oracle, MySQL, faça café expresso, malabaris no farol...ufa!!!!
Como ser bom em alguma coisa se precisamos nos desdobrar para suprir tantas exigências?
Afinal as empresas querem o generalista ou o especialista?
Estranho, pois falam em generalista (numa APInfo da vida você vai ver) mas na hora de contratar, buscam um especializado em determinada área. As vezes vice-versa.
Se tiver um problema no coração, vou procurar um cardiologista ou clinico geral?
A minha opinião é que depende dos objetivos profissionais de cada um.
Eu por exemplo tenho o perfil generalista, pois estou focado e me desenvolvendo para cargos voltados à gestão, projetos, gerenciamento e liderança. Pois o gestor não necessariamente precisa executar, mas deve saber os processos de execução para cobrar, respaldar e apoiar sua equipe.
Dos grandes nomes da Gestão de TI hoje, muitos nem vieram da área de exatas, mas possuíam habilidades que se sobrepunham ao tecniquês.
Pra mim, talento é talento, não importa a especialização. Mas sem dúvida que o especialista é importantíssimo neste processo. É o que nos orienta e nos dá o suporte para as decisões mais eficazes.
As grandes empresas procuram profissionais com visão mais ampla do negócio, mesmo que a pessoa seja especialista em algo.
Posso concluir o seguinte:
Seja especializado em algo, para ser referência, porém sem alienação, esteja antenado nas necessidades das empresas e busque se encaixar no "perfil".
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Ter mais produtividade tem limite.
Existem pessoas sem noção no mundo corporativo de hoje.
Tem gente que em prol de uma maior produtividade está deixando até de beber água. É sério!!!
Já ouvi que:
1- você perde alguns minutos indo até o bebedouro.
2- com bebeu água, você perde mais outros minutos indo tirar água do joelho.
3- nessa ida ao banheiro, toma um cafezinho.
4- Tomando um cafezinho, encontra com um colega e bate um papo.
Eu quero viver o suficiente para pelo menos brincar com os meus netos.
Com este pensamento, quem age assim não passa dos 50, ou passa com uma série de complicações médicas.
Precisamos além de trabalhar, nos relacionarmos com as pessoas no trabalho (o cafezinho), ter uma vida saudável (beber pelo menos 2 litros de água é o que recomendam), ir ao banheiro (o pinico caiu em desuso).
Eu por exemplo, se estou com a cabeça cheia parecendo um "horti fruti" com vários pepinos e abacaxis para resolver, dou uma parada, tomo um cafezinho, dou um risada com um colega e volto pra batalha com talvez outra solução mais criativa a que teria antes do cafezinho.
Sempre prefiro manter o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Daqui a pouco o cidadão não vai mais querer ir pra casa e brincar com o filho só para aumentar sua produtividade.
Já tomou água hoje?
Tem gente que em prol de uma maior produtividade está deixando até de beber água. É sério!!!
Já ouvi que:
1- você perde alguns minutos indo até o bebedouro.
2- com bebeu água, você perde mais outros minutos indo tirar água do joelho.
3- nessa ida ao banheiro, toma um cafezinho.
4- Tomando um cafezinho, encontra com um colega e bate um papo.
Eu quero viver o suficiente para pelo menos brincar com os meus netos.
Com este pensamento, quem age assim não passa dos 50, ou passa com uma série de complicações médicas.
Precisamos além de trabalhar, nos relacionarmos com as pessoas no trabalho (o cafezinho), ter uma vida saudável (beber pelo menos 2 litros de água é o que recomendam), ir ao banheiro (o pinico caiu em desuso).
Eu por exemplo, se estou com a cabeça cheia parecendo um "horti fruti" com vários pepinos e abacaxis para resolver, dou uma parada, tomo um cafezinho, dou um risada com um colega e volto pra batalha com talvez outra solução mais criativa a que teria antes do cafezinho.
Sempre prefiro manter o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Daqui a pouco o cidadão não vai mais querer ir pra casa e brincar com o filho só para aumentar sua produtividade.
Já tomou água hoje?
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Vazamento de informação. Cuidado!!!
Tenho refletido sobre assuntos relacionado a segurança da informação e um especificamente tem acendido uma luzinha vermelha, o vazamento de informação. Especificamente envolvendo profissionais de TI.
Inconscientemente, por ingenuidade ou falta de experiência, tenho visto profissionais de TI, principalmente técnicos passarem informações a respeito do negócio em que trabalham.
Como? Através de fóruns técnicos de discussão, blogs, etc.
Participo de alguns e vejo perplexamente alguns colegas, para terem seus problemas resolvidos pelo fórum, contam tudo sobre o que estão fazendo, detalhando configurações, permissões, etc.
Falta ao profissional enxergar essa atitude como errada, pois em muitos casos, expõe a empresa e sua marca. Ele próprio torna-se uma vulnerabilidade.
Pode surgir uma conversa do tipo:
- Um profissional de TI conversando com o colega de trabalho na hora do almoço. "Rapaz sabe o fulano do fórum, que trabalha na empresa XYZ, ele está com um problemão em seu firewall e não consegue fechar as portas A, B e C".
Se o outro colega for uma pessoa mal-intencionada, pode utilizar essa valiosa informação de forma criminosa e invadir os sistemas.
Portanto, cuidado, pois muitas empresas estão atentas a isto e fazendo o profissional assinar um termo de responsabilidade específico para a função exercida.
Prudência, amigos, prudência.
Aguardo seus comentários.
Abraço.
Inconscientemente, por ingenuidade ou falta de experiência, tenho visto profissionais de TI, principalmente técnicos passarem informações a respeito do negócio em que trabalham.
Como? Através de fóruns técnicos de discussão, blogs, etc.
Participo de alguns e vejo perplexamente alguns colegas, para terem seus problemas resolvidos pelo fórum, contam tudo sobre o que estão fazendo, detalhando configurações, permissões, etc.
Falta ao profissional enxergar essa atitude como errada, pois em muitos casos, expõe a empresa e sua marca. Ele próprio torna-se uma vulnerabilidade.
Pode surgir uma conversa do tipo:
- Um profissional de TI conversando com o colega de trabalho na hora do almoço. "Rapaz sabe o fulano do fórum, que trabalha na empresa XYZ, ele está com um problemão em seu firewall e não consegue fechar as portas A, B e C".
Se o outro colega for uma pessoa mal-intencionada, pode utilizar essa valiosa informação de forma criminosa e invadir os sistemas.
Portanto, cuidado, pois muitas empresas estão atentas a isto e fazendo o profissional assinar um termo de responsabilidade específico para a função exercida.
Prudência, amigos, prudência.
Aguardo seus comentários.
Abraço.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Web é o caminho para o ERP.

Amigos,
Tenho me deparado com algumas situações em relação ao ERP (Enterprise Resource Planning), a mobilidade.
Lendo uma matéria na Info-online, a SAP acordou e desenvolveu um sistema Web.
Palavras do presidente-executivo, "É o anúncio mais importante que já fiz em minha carreira", disse Kagermann, que trabalha na SAP há 25 anos.
Leia a matéria no link abaixo:
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092007/19092007-15.shl
Observo que no mercado, existem várias soluções muito boas em sua funcionalidade e capacidade de customização, atendendo a diversos setores.
Mas como numa economia globalizada, onde pessoas estão indo e vindo a todo momento, realizando reuniões e fechando negócios sem dar as caras na empresa por um longo período, podem ficar tanto tempo sem acessar o sistema da empresa? Ou então, acumular informações em papel e dias depois alimentar o sistema.
Através do ERP, pode-se obter uma informação estratégica para fechamento de um negócio. Ficar só na base do e-mail não é suficiente. O sistema na minha opinião deve ser onipresente, Web-based.
Aqui onde trabalho, nosso ERP que é voltado para o mercado jurídico, é 100% Web, ou seja, apenas um browser é suficiente para todos da organização, advogados, financeiro, sócios, adm, TI, inclusive clientes acessam nosso sistema para consulta ou alimentá-lo. Cada um com seu nível de acesso.
Temos que obter ou prover a informação a todo momento, em qualquer lugar, no aeroporto, hotel, no táxi, em casa, na praia, no campo (Wi-Fi, GPRS e EDGE estão aí pra isso!!).
O deslocamento custa caro para as organizações e mobilidade não é só ter um Laptop e enviar e receber e-mails.
A SAP demorou mas está aí, vai tentar recuperar terreno.
Aguardo seus comentários,
Sucesso!!
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Quem manda é o cliente
Algumas coisas na vida demoramos para aprender, sofremos, nos desgastamos, nos frustramos, até que um dia a ficha cai.
Comigo não é diferente e em alguns casos me surpreendo com a minha cegueira em relação a fatos relevantes que acontecem em nosso cotidiano.
Talvez seja por que temos que ser multifunções e fechamos nossa mente para coisas julgamos menos importantes (no nosso conceito apenas).
Uma dessas coisas e sobre "O cliente é quem manda". Estou neste caso, me referindo ao meu cliente interno, que solicita diversos serviços da área de tecnologia e precisa ser prontamente atendido. Este grau se eleva e muito quando a solicitação vem do alto escalão.
Vou ficar apenas no exemplo do alto escalão (Presidente, sócios, diretores, etc). Nem sempre atendemos rapidamente ao nosso "clientão" por que julgamos que nós da TI somos donos da verdade absoluta. Nem sempre é desta forma e deixamos de atender uma solicitação expressa e alta relevância para o "Clientão". Ou seja, o cliente nos pede uma coisa e queremos entregar outra por que analisamos o macro e todas as variáveis possíveis (segurança, preço, retorno, etc).
Porém, acontece que o risco está com o cliente, se eu não o atendo, represo a coisa comigo analisando as variáveis, o risco ficou comigo, ou seja, assumi toda a responsabilidade se algo acontecer devido ao não cumprimento da tarefa a tempo.
Bem amigos, aprendi recentemente que quando um Clientão pede algo "pra ontem" e é de extrema relevância para ele e para o negócio o atendimento é imediato!!!
Se me solicitaram pra ONTEM, TEMPO é a palavra de ordem e não MELHOR PREÇO, QUALIDADE, SEGURANÇA, enfim.
Ricardo, você está ficando maluco?? Não mesmo!!! O cliente é quem manda, estabelece a prioridade e assumi o risco, não eu, sobretudo se é um "Clientão".
Mas devo deixar claro que não vou entregar o melhor produto, mais seguro e com o melhor preço e sim no tempo hábil, com a urgência estabelecida. Fazendo isto o risco deixou de ser meu e agora é do "Clientão", pois ele é quem manda.
Ricardo, você está sendo omisso? Não mesmo!!!
Volto a dizer, quem manda é o CLIENTE, é ele quem sabe o valor do ATIVO, cabe a mim analisar e alertar sobre as vulnerabilidades e suas ameaçãs, medindo o risco. Mas a palavra de ordem era TEMPO (com a sua determinada razão) e assim deveria ter sido atendido.
Como senti na pele esta experiência, pois assumi um risco por achar que eu era dono da razão, deixo registrado para quem achar conveniente, adotar a postura contrária à minha.
Aprendi a lição.
Abraço.
Comigo não é diferente e em alguns casos me surpreendo com a minha cegueira em relação a fatos relevantes que acontecem em nosso cotidiano.
Talvez seja por que temos que ser multifunções e fechamos nossa mente para coisas julgamos menos importantes (no nosso conceito apenas).
Uma dessas coisas e sobre "O cliente é quem manda". Estou neste caso, me referindo ao meu cliente interno, que solicita diversos serviços da área de tecnologia e precisa ser prontamente atendido. Este grau se eleva e muito quando a solicitação vem do alto escalão.
Vou ficar apenas no exemplo do alto escalão (Presidente, sócios, diretores, etc). Nem sempre atendemos rapidamente ao nosso "clientão" por que julgamos que nós da TI somos donos da verdade absoluta. Nem sempre é desta forma e deixamos de atender uma solicitação expressa e alta relevância para o "Clientão". Ou seja, o cliente nos pede uma coisa e queremos entregar outra por que analisamos o macro e todas as variáveis possíveis (segurança, preço, retorno, etc).
Porém, acontece que o risco está com o cliente, se eu não o atendo, represo a coisa comigo analisando as variáveis, o risco ficou comigo, ou seja, assumi toda a responsabilidade se algo acontecer devido ao não cumprimento da tarefa a tempo.
Bem amigos, aprendi recentemente que quando um Clientão pede algo "pra ontem" e é de extrema relevância para ele e para o negócio o atendimento é imediato!!!
Se me solicitaram pra ONTEM, TEMPO é a palavra de ordem e não MELHOR PREÇO, QUALIDADE, SEGURANÇA, enfim.
Ricardo, você está ficando maluco?? Não mesmo!!! O cliente é quem manda, estabelece a prioridade e assumi o risco, não eu, sobretudo se é um "Clientão".
Mas devo deixar claro que não vou entregar o melhor produto, mais seguro e com o melhor preço e sim no tempo hábil, com a urgência estabelecida. Fazendo isto o risco deixou de ser meu e agora é do "Clientão", pois ele é quem manda.
Ricardo, você está sendo omisso? Não mesmo!!!
Volto a dizer, quem manda é o CLIENTE, é ele quem sabe o valor do ATIVO, cabe a mim analisar e alertar sobre as vulnerabilidades e suas ameaçãs, medindo o risco. Mas a palavra de ordem era TEMPO (com a sua determinada razão) e assim deveria ter sido atendido.
Como senti na pele esta experiência, pois assumi um risco por achar que eu era dono da razão, deixo registrado para quem achar conveniente, adotar a postura contrária à minha.
Aprendi a lição.
Abraço.
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